sábado, 20 de março de 2010

Olhe só.

Que eu não acredito em amor sem experiências compartilhadas. Eu não acredito em amor se muito desse amor não tiver os pés bem cravados no chão dos seus próprios defeitos e dos defeitos do outro. E pra isso a gente precisa conhecer.
Mas, sim, a gente vai chorar de vez em quando quando assistir àquela cena de cinema, vai se inebriar do romantismo mais profundo, e vai amar o amor, e a nossa vontade de amar será tamanha que criará fantasias irremediáveis… e vai ser bonito.Mas a gente vai decidir o quê no fim das contas? Amar sozinha? Alimentar o sentimento existente muitas vezes só porque irrealizável?Então eu vou decidir outra coisa. Vou decidir prosseguir… com meus calos, meus suspiros, minhas idiossincrasias, meu gênio forte e meu espírito repleto de vulnerabilidades… e, mais dia menos dia, vou me perceber vivendo do lado daquele alguem, cheinho de defeitos, com um jeito irritante que me tira realmente do sério, com manias tão tolas quanto lindas…

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