terça-feira, 23 de novembro de 2010

Em especial pro Bruno e a Taay *-*

EspecxiSabe o que mais me dói, de ver em uma amiga que pra mim é como uma irmã sofrendo com toda essa fragilidade, tristeza, decepção por estar com um cara que não sabe o que quer da vida! Não sabe se vai assumi ela perante a sociedade ou se quer fica do tipo que esta com um relacionamento desagradável para ambas as partes, é isso que mais me dói que mais me tortura por sempre vê ela com seus olhos tristes e com sua aparência de uma pessoa insatisfeita. Eu tive pensando se tivesse uma forma de reverter essa situação como do tipo “eu passa por isso não ela”. Eu não admito tanta insanidade no amor, ainda mais vinda deles dois. Que tem tudo pra dar certo mais só por não saberem o que querem acabam se machucando tanto um quando o outro. Ai são nove meses que eles tão nesse chove e não molha, não parece tanto tempo para vocês leitores, mas para nós que estamos sempre do lado deles é muito tempo e muito lamento; Isso é o que mais me coroe de ver ela nessa situação, mas eu não sei o que fazer o como fazer para ajudá-la, ta eu sei que eles que tem que tomar uma decisão sobre o relacionamento deles. Isso é duro pra mim, e eu quero que meus relatos toquem os sinos do amor, bem mais do que sirenes de ambulância. É do amor que a gente sobrevive, não é mesmo já que ele mesmo me impede de transcender. Digo tudo isso, que considero nobre e genuíno que eu disse tantas vezes antes, sinceramente não sei o que posso fazer por vocês. Literatura não é a solução. Vocês não vão ganhar nada com isso, ainda mais eu contando suas memórias, isso é apenas um diário. Suas vidas são muito mais interessantes para serem vividas num blog, ou para serem contadas em um bar acompanhado de um drink, tenho certeza que vocês acharam a solução. E mas uma vez isso será registrado no blog acompanhado de um belo rapaz e uma bela garota junto com uns drincks é claro! E isso vai ser só uma história banal se é que vocês me entendem, junto de, mais uma vitória.

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Se meus pensamentos não parecem claros, são resquícios do passado. Apesar da lazeira, vejo tudo com muito mais clareza do que antes. Sim, agora vejo tudo com muito mais razão. Mesmo porque, alguém com uma confusão mental daquelas não poderia ordenar as palavras da maneira que eu faço agora. Nem com editor e revisão, nem com reescrita e preparação. Não. Uma mente doentia, como a que eu tinha, não seria capaz de acertar os dedos nas teclas. É como eu sempre digo: a história dos loucos só pode ser contada pelos sãos. A iluminação que me atinge agora começou naquele exato momento, naquele instante em que eu me afundava em duvidas - e em lama – procurando por alguém que me compreendesse naquele exato momento. Minha cabeça doía como atingida por uma britadeira. Meu ouvido zumbia como perfurado por uma escavação. E era assim, A lama subia e se acumulava e era misturada a concreto e caos de alta tensão. Havia algo diferente, Novas possibilidades se abriam, Uma fenda se abria sobre minha cabeça, e a luz, a iluminação...Eu vi o céu da rua. As estrelas brilhando. Eram poucas, sim, menos de uma dúzia, mas estavam lá em cima. Os postes e as oportunidades também. Era pouco para chamar de luz. Não era bastante como o sol. Mas, para quem estava acostumada a viver submersa, escondida e enterrada, aquilo era holofotes dos mais intensos watts. O céu da rua se abria para mim. O que era aquilo? Eu caí na minha razão, Apesar de ficar maravilhada, em sentir o ar puro nas minhas narinas, eu tinha de entender por que aquilo acontecia. Por que aquela fenda se abria, e meu subterrâneo ficava exposto, inseguro, vulnerável? Eu ficava lá, de boca aberta. Sem saber para onde ir, nem o que fazer. “Andava pelas estrelas olhando a sarjeta.”
“Veja só, não é que há mais ninguém como eu aqui?!” Não. Pelo que sei, eu era a única. Só mesmo uma anta para me genera-ploralizar. Ele avançou para me fazer um carinho e eu fiz a única coisa que podia, claro, me neguei. Pois eu só queria ficar em paz e derrepende ele abriu meu teto e fincou uma lança em meu coração, o que era aquilo? E ele disse: “Não se preocupe. Só não vou ligar porque não quero me aproximar de você novamente, só quero amizade ta desculpa beijos.” Deixei os meus lamentos e andei por todo lado procurando aconchego, ao menos alguém poderia me abraçar e dizer que tudo iria ficar bem. E que eu poderia me lamentar que poderia me propor novas formas de vida. Mas eu não encontrei ninguém por lá. Então dessa forma , não seria carência, mas uma forma de fugir do que eu estava sentindo naquele momento;e pra não me sentir mais vulnerável, frágil, triste e com os olhos emersos a tantas lagrimas digo-lhe: só pra agradecer o tempo bom que eu passei com você. Muito inconsciente na minha mente ressaqueada. Afinal, na alegoria humana, a amizade são os pratos, talheres e toalhas sobre a mesa. O amor, esse sim, esse sim é um prato servido quente. Oh, e eu me empanturrei tanto que acabei só.
(Seguindo em frente em busca da felicidade, esse é só apenas mais uma decepção, e mais uma de tantas outras paginas viradas!)

Primeiro olhar, primeira conversa, primeiro abraço, primeiro beijo, estou na pagina 17, ato 598, cena 10 e assim prosseguindo ;)

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